O sonho da minha vida é encontrar e socializar com a razão da minha existência literária, Antonio Prata. Mas é claro que ele não sabe nem mesmo que eu existo.
Essa semana ele postou algo sobre bitucas no jardim, a quem interessar conhecê-lo, http://blog.estadao.com.br/blog/antonioprata/.
É claro que meu sonho é um tanto louco. Mas quem não tem um sonho um tanto louco?
Algum sonhos, como o da minha melhor amiga são tanto loucos como divertidos. O sonho dela é ter uma casa enorme com um tobogan da janela do quarto dela diretamente a piscina. Alguns sonham em matar alguem ou coisas um tanto sinistras.
Mas a melhor (ou pior, no meu caso :/) parte dos sonhos um tanto loucos, é saber que eles talvez nunca se tornem realidade.
Mas esses sonhos fazem parte de quem a gente é, e formam, também, a nossa identidade.
Então, sonhemos e sejamos felizes.
(Texto rduzido em função dos quilos de verbos que eu tenho para conjulgar, graças a uma professorazinha ai... ♥)
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Um dia a gente aprende.
Um dia a gente aprende a aprender com os nossos erros. Um dia a gente entende que nem todo mundo é como a gente. Um dia a gente descobre que não se pode confiar em ninguém, porque, seja como for, as pessoas vão trair a sua confiança. Um dia a gente descobre que ser doente cansa. Um dia a gente sente que o mundo nos odeia. E ai o que a gente faz? Chora? Se me perguntasse ontem, sim, a gente choraria.
Mas hoje não. Hoje a gente vai mandar tudo pra merda. Porque o meu dia chegou. E eu aprendi que por mais que um erro tenha sido o maior da sua vida, você aprendeu com ele. Algo de bom você tirou disso. Eu entendi que ninguém é igual. E que ninguém pode te cobrar por isso. Eu descobri que a única pessoa em quem se pode confiar... Somos nós mesmos. E mesmo assim, desconfiar de nossa integridade. Eu descobri que ser doente, fisica e/ou emocionalmente cansa. Pelo preconceito, pelos olhares, pelo tratamento. E hoje eu sei que o mundo me odeia. E eu odeio ele de volta.
As pessoas nunca entendem o jeito que nós nos sentimos, e elas realmente não estão nem aí. Cada um por si e os outros que se danem.
E mais do que tudo isso, eu descobri que sentimentos doem.
Amar machuca. Porque o amor, é uma mentira. E para sempre é a maior farsa do mundo.
E mais do que tudo, eu aprendi a ser diferente. Que o mundo vá pra merda,
Mas hoje não. Hoje a gente vai mandar tudo pra merda. Porque o meu dia chegou. E eu aprendi que por mais que um erro tenha sido o maior da sua vida, você aprendeu com ele. Algo de bom você tirou disso. Eu entendi que ninguém é igual. E que ninguém pode te cobrar por isso. Eu descobri que a única pessoa em quem se pode confiar... Somos nós mesmos. E mesmo assim, desconfiar de nossa integridade. Eu descobri que ser doente, fisica e/ou emocionalmente cansa. Pelo preconceito, pelos olhares, pelo tratamento. E hoje eu sei que o mundo me odeia. E eu odeio ele de volta.
As pessoas nunca entendem o jeito que nós nos sentimos, e elas realmente não estão nem aí. Cada um por si e os outros que se danem.
E mais do que tudo isso, eu descobri que sentimentos doem.
Amar machuca. Porque o amor, é uma mentira. E para sempre é a maior farsa do mundo.
E mais do que tudo, eu aprendi a ser diferente. Que o mundo vá pra merda,
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
(...)
Depois de algum tempo você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanha é incerto demais para os planos, e o futuro tem costume de cair em meio ao vão. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoa-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-las, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E que o importante não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa – por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a veremos. Aprende que as circunstancias e os ambientes têm influencia sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa aonde chegou, mas onde está indo.Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicado e frágil seja a situação, sempre existe dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com o tipo de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ame com tudo que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade que julga, você será algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que o conserte. Aprende que o tempo não é algo que volte para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar...que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-las, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E que o importante não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa – por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a veremos. Aprende que as circunstancias e os ambientes têm influencia sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa aonde chegou, mas onde está indo.Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicado e frágil seja a situação, sempre existe dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com o tipo de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te da o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ame com tudo que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade que julga, você será algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que o conserte. Aprende que o tempo não é algo que volte para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar...que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O salto.
A gente não tem como saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato -- pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente -- você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.
Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seus pertences, respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – eu te agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.
Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seus pertences, respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – eu te agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Amores Expressos e Mentirosos
Hoje eu descobri que tudo que eles nos diziam sobre amor, na verdade é uma grande mentira. Uma farsa pra nos fazer acreditar que nós somos capazes de mudar o mundo. Ou nem tanto.
Mas tudo é falso. A historia de que "quem ama cuida", por exemplo. As pessoas de quem a gente tem mais certeza, são aquelas em quem a gente mais pisa e chuta. Justamente por essa certeza imbecil. Acontece que nem todo amor é incondicional. Amigos amam até certo ponto. Namorados(as) amam até certo ponto. Pais amam até certo ponto. Passou o tempo de se acreditar em amores incondicionais.
Aquela história de que "você entende quando crescer" é pura mentira. Tudo só se confunde mais quando você cresce. Nem seus próprios sentimentos você entende mais. Crescer é um saco. Porque eu não posso mais sair correndo pra minha mãe me dar um beijo no joelho porque eu cai da bicicleta e fiz um 'dodói' no joelho. Ninguém ensina a gente que depois que crescemos, surgem dores que não passam com miminhos.
As palavras... Ah! As palavras. São estas a arma mais letal que existem. Combine más palavras com más atitudes e o efeito é bem pior que uma bomba nuclear. Porque uma bomba, mata o físico. Quem morre, não sente. Mas as palavras... Ah, as palavras. Elas te corroem por dentro até te deixarem vazias. E o vazio, dói. E muito.
E é ai que você diz que "o tempo cura todas as feridas". E é aí que eu discordo. O tempo não cura nada. Não é porque você não gosta de tirar 'casquinha' pra ver sangrar, que a ferida nao continua ali. Você ainda a sente, mas cicatrizes são eternas.
Dizem alguns por aí que são ferimentos de guerra. Um relacionamento, qualquer que seja, não deve ser considerado uma guerra. Deveria ser uma paz mundial, entre turbulências e calmarias.
O século XXI subestima demais essa coisa tão grande chamada 'amor'. Hoje, o orgulho fala mais alto, e entre dois orgulhosos, não existe "ceder". O amor se compõe de consessões. E conciliação de defeitos (veja bem, concilicação, não correção).
Quem sabe relacionamentos não foram feitos para dar certo. Ou quem sabe, um dia, enfim, descobriremos a chave da boa convivência e conseguiremos, então, conquistar um feliz para sempre de verdade?
Mas tudo é falso. A historia de que "quem ama cuida", por exemplo. As pessoas de quem a gente tem mais certeza, são aquelas em quem a gente mais pisa e chuta. Justamente por essa certeza imbecil. Acontece que nem todo amor é incondicional. Amigos amam até certo ponto. Namorados(as) amam até certo ponto. Pais amam até certo ponto. Passou o tempo de se acreditar em amores incondicionais.
Aquela história de que "você entende quando crescer" é pura mentira. Tudo só se confunde mais quando você cresce. Nem seus próprios sentimentos você entende mais. Crescer é um saco. Porque eu não posso mais sair correndo pra minha mãe me dar um beijo no joelho porque eu cai da bicicleta e fiz um 'dodói' no joelho. Ninguém ensina a gente que depois que crescemos, surgem dores que não passam com miminhos.
As palavras... Ah! As palavras. São estas a arma mais letal que existem. Combine más palavras com más atitudes e o efeito é bem pior que uma bomba nuclear. Porque uma bomba, mata o físico. Quem morre, não sente. Mas as palavras... Ah, as palavras. Elas te corroem por dentro até te deixarem vazias. E o vazio, dói. E muito.
E é ai que você diz que "o tempo cura todas as feridas". E é aí que eu discordo. O tempo não cura nada. Não é porque você não gosta de tirar 'casquinha' pra ver sangrar, que a ferida nao continua ali. Você ainda a sente, mas cicatrizes são eternas.
Dizem alguns por aí que são ferimentos de guerra. Um relacionamento, qualquer que seja, não deve ser considerado uma guerra. Deveria ser uma paz mundial, entre turbulências e calmarias.
O século XXI subestima demais essa coisa tão grande chamada 'amor'. Hoje, o orgulho fala mais alto, e entre dois orgulhosos, não existe "ceder". O amor se compõe de consessões. E conciliação de defeitos (veja bem, concilicação, não correção).
Quem sabe relacionamentos não foram feitos para dar certo. Ou quem sabe, um dia, enfim, descobriremos a chave da boa convivência e conseguiremos, então, conquistar um feliz para sempre de verdade?
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